Uma menina tem medo da escuridão. Quando chega a noite, vem a preocupação e a ansiedade: afinal, o que o escuro pode esconder? O que ela nem imagina é que, do outro lado, a escuridão também é uma menina cujo maior medo é a claridade, e todo tipo de coisa que se revela quando nasce o sol.
Em seu segundo livro, Emicida faz uso da narrativa poética e ritmada que encantou os leitores em Amoras, dessa vez para explorar um tema que nos acompanha durante toda a vida: o medo do desconhecido. Ao longo dessas páginas, ilustradas por Aldo Fabrini, as duas meninas vão descobrir que enfrentar os próprios medos pode quem diria? , nos transformar por dentro e por fora.
O Emicida tem uma gostosa mania:
Falar (e escrever) tudo rimado.
Mostra que o medo não tem vilania,
É somente um homem preocupado.
Este livro também trata de coragem.
Tem um texto tão bonito que assim diz:
Estou trazendo a você boa mensagem:
Nunca tenha medo de ser feliz.
Mauricio de Sousa
Livro indicado para leitores a partir de 4 anos.
O medo às vezes nos paralisa, e para superá-lo é preciso coragem e determinação mas pode gerar boas surpresas. É o que Emicida conta, por meio de versos, em seu segundo livro infantil.
Código de Barras: 9788574069197
Tipo de Item: Livro
Formato da Edição: Brochura sem orelha
Data de Lançamento: 10/5/2020
Título: E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas
Artista(s): Emicida
Colaboradores: Aldo Fabrini
EAN: 9788574069197
ISBN: 9788574069197
Dimensões: 20.5x20.5
Número de Páginas: 36
Editora: Companhia das Letrinhas
Selo: Companhia das Letrinhas
Gênero: Literatura infantil
Assuntos: Livro ilustrado; literatura infantil; crianças; antirracista; medo; coragem; escuro; rap; poesia; rima; música; negritude; coragem; força; dormir; sozinha; sozinho; personagem; negro; menina
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