BARULHO DE PRETO: RAP E CULTURA NEGRA

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SINOPSE Um dos maiores fenômenos da música popular contemporânea, o hip-hop nasceu no interior dos guetos negros de Nova York articulando ritmo, batida, poesia, dança e arte de rua com a contestação e revolta da população contra o racismo, a violência de Estado e a precariedade, de um lado, mas também com sexualidade, feminismo, riqueza e poder, de outro. Espalhou-se pelos Estados Unidos e depois pelo mundo, tornando-se um movimento cultural e jovem de grandes dimensões. Barulho de Preto, de Tricia Rose, é o livro seminal que inaugurou todo um novo campo de estudos ligado ao hip-hop. QUARTA-CAPA Considerado um clássico, em Barulho de Preto: Rap e Cultura Negra nos Estados Unidos Contemporâneos, a socióloga Tricia Rose realiza uma análise profunda ...(Resumo completo abaixo)
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SINOPSE Um dos maiores fenômenos da música popular contemporânea, o hip-hop nasceu no interior dos guetos negros de Nova York articulando ritmo, batida, poesia, dança e arte de rua com a contestação e revolta da população contra o racismo, a violência de Estado e a precariedade, de um lado, mas também com sexualidade, feminismo, riqueza e poder, de outro. Espalhou-se pelos Estados Unidos e depois pelo mundo, tornando-se um movimento cultural e jovem de grandes dimensões. Barulho de Preto, de Tricia Rose, é o livro seminal que inaugurou todo um novo campo de estudos ligado ao hip-hop. QUARTA-CAPA Considerado um clássico, em Barulho de Preto: Rap e Cultura Negra nos Estados Unidos Contemporâneos, a socióloga Tricia Rose realiza uma análise profunda e crítica do rap e do surgimento da cultura hip-hop. Nomes como Kool Herc, Ice Cube, Queen Latifah, MC Lyte, Salt, Harmony, Ice-T, Basquiat, Crazy Legs, Run DMC, LL Cool J emergem em uma perspectiva transdisciplinar da cultura urbana das últimas décadas e inspira tanto quem busca conhecer a complexidade do hip-hop como quem ajudou a construí-lo. Focada no epicentro de consagração dessa forma cultural, os Estados Unidos, Rose, entretanto, dá pistas para compreender o barulho desse fenômeno social e artístico em outras partes do mundo. Como ela mesma diz, Estou convicta de que este projeto que fundamenta os signos e os códigos culturais negros na cultura negra e examina as linguagens multivocais do rap como o barulho de preto do final do século xx promoverá o desenvolvimento de mais projetos com enfoques globais. TRICIA ROSE Nascida e criada na cidade de Nova York, no Harlem e depois no Bronx, formou-se em Sociologia na Universidade de Yale e doutorou-se em Estudos Americanos na Universidade Brown. Lecionou na Universidade de Nova York e na da Califórnia Santa Cruz e atualmente é chancelors professor de Estudos Africanos e diretora do Centro Para o Estudo de Raça e Etnia na América, na Brown. Barulho de Preto: Rap e Cultura Negra nos Estados Unidos Contemporâneos é considerado um livro fundamental para o estudo do hip-hop, definidor do que agora é um campo inteiro de estudos. COLEÇÃO HIP-HOP EM PERSPECTIVA A coleção Hip-Hop em Perspectiva busca inserir no Brasil os estudos de hip-hop por meio de obras de e sobre diferentes países, que analisam a complexa e contraditória cultura urbana jovem que reposicionou o lugar das periferias globais e de seus atores DA CAPA Imagem da capa: a partir de foto de Lisa Leone. O sampling e a figura do DJ tornaram-se uma das marcas características do hip-hop. TRECHOS DA INTRODUÇÃO, por KEIVAN DJAVADZADEH Música popular que permitiu à juventude negra dos guetos se fazer ouvir e contestar as narrativas hegemônicas ao colocar em cena sua experiência vivida (do racismo, das violências policiais, das desigualdades sociais etc.), o rap tornou-se imensamente popular na segunda metade dos anos 1980, inclusive entre adolescentes brancos da classe média. Contudo, embora tenha sido popularizado pelas indústrias culturais e por um público cada vez maior, o rap? e com ele seus artistas e seu público? é ao mesmo tempo estigmatizado, desvalorizado e criminalizado por grande parte das mídias e da classe política bem como por associações poderosas como The Parents Music Resource Center. Essa contradição aparente (mas na verdade constitutiva) entre sucesso comercial e ilegitimidade social do rap é brilhantemente analisada por Tricia Rose, que mostra em que os ataques contra essa música diferem dos pânicos morais anteriores dirigidos contra outras subculturas ou expressões musicais majoritariamente brancas, como o punk e o metal. DO LIVRO A cultura hip-hop emerge como uma fonte de formação de identidade alternativa e status social para os jovens que viviam em uma comunidade cujas instituições de apoio locais mais antigas haviam sido praticamente demolidas junto com grandes setores do entorno construído. Identidades alternativas se forjaram localmente em estilos e linguagem, nomes de ruas e, o mais importante, no estabelecimento de equipes ou posses de bairro. Muitos fãs de hip-hop, artistas, músicos e dançarinos continuam a pertencer a um elaborado sistema de equipes ou posses. A crew, uma fonte local de identidade, afiliação grupal e sistema de apoio, aparece repetidamente em todas as minhas entrevistas e virtualmente em todas as letras de rap e dedicatórias de cassetes, performances de videoclipes e entrevistas de artistas na mídia. A identidade no hip-hop está profundamente enraizada em algo característico, na experiência do território e no apego e no status de um grupo local ou família alternativa. Essas crews são novos tipos de famílias forjadas com laços interculturais que? assim como a formação social de gangues? fornecem isolamento e apoio em um ambiente complexo e inflexível e podem servir de base para o surgimento de novos movimentos sociais. A cidade pós-industrial, que forneceu o contexto para o desenvolvimento criativo entre os primeiros inovadores do hip-hop, moldou seu terreno cultural, o acesso ao espaço, aos materiais e à educação. SUMÁRIO Hip-Hop em Perspectiva [por Daniela Vieira e Jaqueline Lima Santos] Apresentação [por Keivan Djavadzadeh] Introdução 1. Vozes Marginais: Rap e Produção Cultural Negra Contemporânea Filmagem no Gueto: Localizando a Produção de Videoclipes de Rap 2. All Aboard the Night Train: Fluxo, Camada e Ruptura na Nova York Pós-Industrial O Contexto Urbano Hip-Hop 3. Soul Sonic Forces: Tecnologia, Oralidade e Prática Cultural Negra no Rap Repetições Rítmicas, Forças Industriais e Prática Negra Give Me a (Break) Beat!: Sampling e Repetição na Produção de Rap Read it in Braille, Itll Still Be Funky: Oralidade Tecnológica e Tecnologia Oral no Hip-Hop 4. Profetas da Fúria: Rap e Políticas da Expressão Cultural Negra Contestações Culturais: Críticas Discursivas e Institucionais no Rap Políticas Ocultas: Policiamento Discursivo e Institucional do Rap 5. Manas Más: Rappers Negras e Políticas Sexuais no Rap Paquera Desastrosa MCs Proeminentes: Quem É o Chefe? Se Expresse: Os Corpos das Mulheres Negras na Esfera Pública Quando e Onde Entro: Feminismo Branco e Rappers Negras Epílogo Fontes Índice Remissivo

Código de Barras: 9786555050783

Tipo de Item: Livro

Título: BARULHO DE PRETO: RAP E CULTURA NEGRA

Artista(s):

Número de Páginas: 336

Editora: Perspectiva

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